Mostrando postagens com marcador flor de natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador flor de natal. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de novembro de 2012

POINSÉTIA NAS CORTINAS

"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como a minha sombra."
Dom Helder Câmara



Vamos abrir as cortinas e deixar passar livremente os ventos de NATAL?


Prendedor  de cortina bordado com lã família em talagarça, com ponto reto.Arremates com tinta dimensional gliter.

Beijos, Iêda

sábado, 25 de agosto de 2012

TOALHA PARA O NATAL


"É fácil livrar-se das responsabilidades.Difícil é se livrar das consequências por se ter livrado delas."
Graciliano Ramos

Parece cedo mas, para nós bordadeiras, o tempo deve ser bem medido. De ponto a ponto, qual  o meu prazo? Esta medida correta é que permite um trabalho sem atropelos e um final dos mais satisfatórios.Por isso já vamos colocar mãos à obra quanto aos trabalhos para o Natal. 
Toalhas de mesa estão em nossa lista. Como esta feita pela Izabel para um Natal passado. É uma sugestão em ponto reto, usando cânhamo fino e linhas Cléa nas cores e símbolos do Natal.


Bicos de papagaio bolas e folhagens enfeitam dois cantos opostos  da toalha.

Velas, azevinhos, flores e bolas compoem os outros 2 cantos opostos.

Sob a toalha bordada Izabel colocou uma em xadrez vermelho e branco.


E em close para a apreciação das amigas.


A barra é  em viés vermelho e sianinha dourada aparecendo só metade dos bicos.

Esta é uma das peças  modelo.O que será que as amigalunas vão fazer para o Natal? O que elas escolherem vou mostrar aqui.
Beijos e bom domingo,
Iêda

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A FLOR DO NATAL

"Poinsettia: a estrela do Natal!

(Euphorbia pulcherrima)

Por: Rose Aielo Blanco*

A poinsettia apresenta uma característica muito interessante: o que parecem ser as pétalas das flores, na verdade, são brácteas, ou seja, são folhas modificadas.

Aqui no Brasil, a poinsettia (Euphorbia pulcherrima) é mais conhecida como bico-de-papagaio. Ela também tem outros nomes populares, como poinsétia, poinsétia-branca e folha-de-sangue, de acordo com a variedade, que determina as cores de suas brácteas (brancas, róseas ou vermelhas). Mas, lá nos Estados Unidos, onde é considerada um dos símbolos do Natal, a poinsettia recebe nomes sugestivos como Christmas star (estrela-do-natal) ou Christimas flower (flor-do-natal).

Assim como os outros símbolos do Natal, a poinsettia também tem várias histórias que explicam sua relação com esta data festiva e a mais conhecida lenda sobre esta planta, conta que Pepita, uma pobre menina mexicana, nada possuía para presentear o menino Jesus naquela noite de Natal. Enquanto caminhava em direção à capela, juntamente com seu primo Pedro, seu coração estava mais cheio de tristeza do que de alegria. Para consolá-la, Pedro teria dito: "Eu tenho certeza, Pepita, que mesmo o mais humilde presente, se for dado com amor verdadeiro, será valioso diante dos olhos de Jesus". Não sabendo exatamente o que fazer, Pepita dirigiu-se à beira da estrada e foi colhendo ramos de folhagens comuns e arrumando-as na forma de um ramalhete. Ao olhar aquele amontoado de mato que iria levar como presente ao menino Jesus, sentiu-se ainda mais triste. Enxugou as lágrimas ao entrar na capela do pequeno vilarejo. Ao se aproximar do altar, lembrou-se das palavras do seu primo Pedro e encheu seu espírito de amor, ao colocar os ramos ao pé do presépio. De repente, o as folhagens verdes foram se transformando em flores de coloração vermelho brilhante e todos que ali estavam tiveram a certeza de estar assistindo a um milagre diante de seus olhos. A partir daquele dia, aquelas flores vermelhas ficaram conhecidas como Flores de Noche Buena, e florescem a cada ano durante a época do Natal.

Nativa da América Central, a poinsettia vegetava em uma área do Sul do México, conhecida como Taxco del Alarcon e, pelo que se sabe, os antigos astecas a chamavam "cuetlaxochitl" e não a utilizavam apenas como planta decorativa. De suas brácteas, eles extraíam uma tinta de tonalidade intensa, utilizada como cosmético e no tingimento de tecidos. O líquido leitoso, abundante em suas hastes, era usado na preparação de poções contra a febre. É provável que as primeiras referências que relacionam a poinsettia a festas religiosas, como o Natal, situam-se no século XVII. Em razão de sua cor vermelho-brilhante e pelo florescimento durante o período das festas natalinas, os monges franciscanos começaram a utilizar esta flor para decorar uma procissão típica do Natal, conhecida como "Festa de Santa Pesebre".


Como ela é

Planta da família das Euforbiáceas, a poinsettia apresenta uma característica muito interessante: o que parecem ser as pétalas das flores, na verdade, são brácteas, ou seja, são folhas modificadas. Isso ocorre porque as verdadeiras flores da planta (veja detalhe ao lado) são pequeninas e quase insignificantes, não apresentando cores e formas atraentes para os polinizadores.Assim, as brácteas, coloridas e exóticas, que surgem ao redor das flores verdadeiras, cumprem a função de atrair os insetos e aves responsáveis pela polinização da planta.

Sempre vemos poinsettias comercializadas em vasos, o que nos dá a impressão de que se trata de uma planta de pequeno porte. Na verdade, em ambiente externo, plantada no jardim, por exemplo, ela pode atingir 3 metros de altura.

Poinsettia branca

Ficha da Planta

Nome popular: poinsettia, bico-de-papagaio, flor-do-natal
Origem: América do Norte, México
Porte: arbustivo podendo atingir cerca 3 metros de altura.
Propagação: por meio da estaquia de galhos
Luminosidade: precisa de sol pleno para se desenvolver bem. Em ambientes internos, só vai bem em locais com grande luminosidade natural.
Regas: constantes, mas sem encharcamento
Solo ideal: arenoso com boa drenagem. Uma boa mistura de solo é a seguinte: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia.

* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora do Jardim de Flores -http://www.jardimdeflores.com.br


Amigas,

conforme prometi, aqui está a história de como esta flor entra na decoração de natal.

Beijos, Iêda