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sexta-feira, 30 de abril de 2010

SAL - Stitch-a-Long

"Não há aprendizagem como a que nos dá a adversidade."
Disraeli





Estou fazendo um trabalho em HARDANGER. Esta é a 1ª parte dele, um SAL.


O que é um SAL?
Aprendi a pouco tempo e já participei de um bordando Matrioskas.

SAL são as iniciais da palavra Stitch-a-Long, no original, que significa bordado continuado...As participantes terão um trabalho composto por várias partes que serão executadas mensalmente.As fotos dos trabalhos mensais deverão ser colocadas quando os mesmos estiverem acabados, durante o mês correspondente.

Assim, fazendo um SAL estamos bordando juntas, mesmo que distantes geograficamente. Coisas da NET! E eu adorei !!! Tanto que saí procurando outro SAL para entrar. Encontrei em
http://carpacar.blogspot.com/. Mas estou muito atrasada. Já recebemos nosso 3º objetivo e só agora posto o meu 1º, pronto para ser conferido. Peço desculpas à organizadora do SAL e a todas as participantes. Estou andando a passos largos para estar junto. Vou chegar lá .


Amigas blogueiras, tenham uma boa noite e um lindo final de semana.

Beijos, Iêda


PS. Sobre Disraeli:

Benjamin Disraeli foi um escritor e político britânico de origem judaica italiana (sefardita) e primeiro-ministro do Reino Unido. Filho de Isaac D'Israeli.

Começou a sua carreira profissional no escritório de um procurador, em 1821, a fim de se preparar para um lugar na administração pública, aí se mantendo até 1831. Entretanto, em 1826, inicia a sua carreira de escritor com a publicação de Vivian Grey (1826).


Entre 1852 e 1874 a sua carreira política caracteriza-se por demissões e regressos ao poder. É precisamente a partir de 1874 que a sua figura política se destaca pelas diversas reformas levadas a cabo (reformas internas sobre fábricas e habitações, emendou a lei dos pobres, etc.), principalmente no campo externo. Aderindo a uma política expansionista e imperialista, contribuiu para a grandeza e poderio do império britânico. Apoderou-se do controle da Companhia do Canal do Suez, anexou o Transvaal na África do Sul e o Chipre. Em 1877, aclamou a rainha Vitória imperatriz das Índias. Dois anos mais tarde entrava na Câmara dos Lordes com o título de Lord Beaconsfield.

domingo, 31 de maio de 2009

SAL MATRIOSKAS

"Sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura."
Carlos Drumond de Andrade



Amigas, 
Entrei num SAL organizado pela Bren - http://cajitadehilos.blogspot.com/   -  onde devemos bordar 3 matrioskas, de acordo com o modelo básico que ela nos passou. Cada uma pode aplicar nas bonequinhas qualquer técnica e mostrar no blog o trabalho concluído.
Aqui estão as minhas matrioskas:                                                     -




Bordei em cânhamo fino (etaminite) com linha Anchor, usando ponto reto.
Procurando  histórico e modelos,  me apaixonei pelas bonequinha da sorte dos russos.
E logo fiz um chaveirinho para mim! Vejam:






Bem simplificada, aqui está uma parte da história destas bonequinhas:

"As bonecas russas de madeira pintada, montadas uma dentro da outra, chamadas Matrioskas, tem uma história de mais de um século. São o símbolo tradicional da arte russa imperial (antes de 1917).

O nome Matryona ou Maiyoshka era muito usado como nome de mulher, deriva do latim: "mater" que significa mãe. Caracterizam a imagem formal e robusta de uma matrona, descrevendo os costumes e a cultura do povo russo.

Simbolizam a família e a fertilidade. Como dito popular, costumam chamá-las de bonecas da sorte. Cada lar russo possui uma delas, encaixadas ou abertas, para que existam os bons fluidos e a união familiar. Caso queiramos lhes formular um desejo, devemos escrever um bilhete e guardá-lo na segunda boneca, prensada pela menor, juntando-as assim, uma dentro da outra, por uma noite. No dia seguinte, deve-se abri-la e deixá-las desta forma, até o próximo desejo. Boa Sorte!" 

Na NET podemos encontrar diversas histórias sobre as matrioskas. É muito interessante. Minhas alunas já querem incluí-las em seus trabalhos, por isso já estou fazendo outros modelos. Depois posto, para que todas vejam.

Mas o mais importante de tudo é que, mais uma vez, pude comprovar a necessidade que todos temos da FÉ. 
Como diz o ditado:"a fé remove montanhas"", acredito que a fé nos move, é força motriz, é alavanca, é geradora  de energia... é esperança, certeza, alento... é necessidade!

Que  sejamos possuidoras de muita FÉ! E que ela nos faça cada vez melhores, cada vez mais conscientes de nossa própria capacidade!

Beijos a todas e em especial à Bren, organizadora do Sal Matrioskas.
Missão cumprida, Bren?