quinta-feira, 8 de julho de 2010

MEGA. FUI, VI, AMEI E QUERO MAIS


Olá amigas!
FUI, VI, AMEI A MEGA ARTESANAL!
Cheguei em casa com o espírito alegre, solto, querendo mais.

Peço que não me julguem exibida mas, em bordado, não vi novidade.Hardanger, fitas, pedras, vagonites, crivos, bainhas,patch,colagens... são meu dia a dia.
Mas as caixas... hum!!! amei!. Quase não faço. Cartonagem, pintura em madeira, decoupage com papel e tecido, arte francesa, técnicas de pinturas variadas... Maravilha!!!!!Estou guardando ideias.
Voltei de alma enlevada. Não preciso aprender muito, só estar ali.
Mas aprendi. Depois eu conto .

Cheguei quase sem tempo para falar com vocês. É batizado da netinha Bárbara domingo e o mandrião para o batismo ainda está pela metade. Por isso não apareci antes. E já vou indo. Ah!, mostro depois a roupinha linda que criei para a neta.

Não posso deixar de dizer uma das coisas que mais gostei na Mega: o calor humano que encontrei. Depois conto.

Agora deixo um trabalho que encheu meus olhos:


Lindíssimos os quadros retratando nosso país, em tecidos.Coisa de sonho!

Beijos que vou bordar mais um pouco.
Fiquem com Deus.

"Não percas tempo lamentando todo o trabalho que ainda resta por fazer; põe-te em ação".
Cura D'Ars


quinta-feira, 1 de julho de 2010

MEGA ARTESANAL - EU VOU UAI!

Aqui na minha cidade não há a cultura e valorização do artesanato, apesar dos esforços de várias entidades para que o artesanato esteja mais presente. Uma questão até de terapia.
Por isso, quando temos oportunidade de visitar eventos como este, é uma glória!!!Quem vai aprende e repassa para seu grupo, e forma-se uma corrente multiplicadora.
Várias pessoas daqui já foram, estão lá. Eu vou amanhã e passo na feira o sábado e o domingo.
Espero voltar com novidades. Espero muito!

Deixo aqui informações sobre a feira:

Será realizada no período de 30 de junho a 04 de julho de 2010 (Dia 29 de junho - dia especial para o lojista), no Centro de Exposições Imigrantes, um local amplo, de fácil acesso e com toda a infra-estrutura necessária para receber um evento desta importância.


ENDEREÇO: Rod. Dos Imigrantes, Km. 1,5 – São Paulo
TELEFONE: 11 5067-6767

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA FEIRA

Dia 29 de junho das 11h00 às 19h00 – Dia especial para o lojista
De 30 de junho a 03 de julho das 11h00 às 19h00
Dia 04 de julho das 11h00 às 17h00

INGRESSOS À VENDA NA BILHETERIA DA FEIRA
Normal: R$10,00
Idosos: R$5,00


Nestes dias a feira é a capital do artesanato.
Vamos lá?
Beijos, Iêda


"A honra é a bússola das pessoas de bem".
Pe. Antônio Vieira

quarta-feira, 30 de junho de 2010

BONECAS

Amigas,
há muitos meses não dou ouvidos ao bichinho das troquinhas. Mas essa de bonecas...não resisti!
Estou dentro!!! Me inscrevi no finzinho do prazo. Mas deu!

A troquinha será assim:

  • 1 - Trabalho Alusivo ao tema;
  • 2 - Materias que sua parceira utilize;
  • Mimos e guloseimas a vontade...


Agora é conhecer minha parceira e elaborar o objeto da troca, BONECA.

Por falar em boneca... sabem como ou quando elas surgiram? Aí vai um pouquinho de história(desculpem mas não resisto a uma pesquisa).
Encontrei na Wikipédia:

Boneca é um dos brinquedos mais antigos e mais populares em todo o mundo. Reproduz as formas humanas, predominantemente a feminina e a infantil, e muitas vezes é considerada como um brinquedo que prepara para a maternidade.

Em muitas culturas, ela é um brinquedo associado às meninas, no entanto, existem versões de bonecos direcionados aos meninos, guardando ambos, como elemento essencial para a sua caracterização, as formas que lembram a humana, ou humanizada

Datáveis do período situado entre 3000 e 2000 a.C., foram encontradas no Egito bonecas de madeira com uma forma que se assemelha a uma espátula, possuindo uma cabeleira farta, sendo os cabelos feitos de fios de cabelo, provavelmente banhados em lama.

A criação de bonecas com objetivos comerciais estruturou-se na Alemanha do século XV, nas localidades de Nuremberga, Augsburgo e Sonneberg, onde nasceram osDochenmacher (fabricadores de bonecas). Foi também na Alemanha que se criaram as casas de bonecas.

Paris, na mesma época que na Alemanha, também se começou a afirmar como centro de fabricação de bonecas. Nesta época, elas reproduziam o aspecto das mulheres locais e os materiais empregues eram a terracota, a madeira e o alabastro.

No século XVII, apareceram na Holanda bonecas com olhos de vidro e bonecas com perucas feitas de cabelo humano.


Com o advento do cinema e desenvolvimento do desenho animado, bem como com a popularização da televisão, no século XX, pessoas e personagens passaram quase que obrigatoriamente a ter seus equivalentes em forma de boneca.


A época de maior esplendor na fabricação de bonecas aconteceu do século XIX até o início do século XX. Naquele tempo, as bonecas eram feitas principalmente para os adultos, pois reproduziam fielmente as figuras da corte e da sociedade. As peças eram geralmente feitas de madeira, com rosto de porcelana, e vestidas com trajes de época. Como eram um produto voltado às classes mais abastadas, não tardaram a surgir roupinhas feitas por grandes costureiros e pessoas interessadas na fabricação artesanal.Abaixo um exemplo de boneca francesa.


O povo Mfengu, que habita na África do Sul, tem como tradição oferecer a cada jovem uma boneca que esta reserva para o primeiro filho que tiver. Após o nascimento do seu filho, a mãe recebe outra boneca para oferecer ao seu segundo filho

Esta é uma Boneca do Zimbábue, feita com fibras de baobá.


Na Rússia, as bonecas denominadas Mamuschka ou Matrioshka são as mais representativas. Na verdade, são um conjunto de bonecas de tamanhos decrescentes, geralmente feitas em madeira de tília e muito coloridas, e que são guardadas umas dentro das outras
.Além das bonecas tradicionais, existem os fantoches ou bonifrates, os mamulengos e as marionetes, encontradas em todo o mundo, nas mãos de verdadeiros artistas.

No Vietnã existe o tradicional Teatro Aquático de Fantoches, secular apresentação com bonecos que "atuam" sobre a água e com pequena orquesta, cuja existência esteve ameaçada de desaparecimento e foi resgatada na década de 80.


A literatura infantil é fértil em povoar o imaginário pueril com bonecas e bonecos, no que foi acompanhada pelo teatro, cinema, televisão e música. Dentre estes, destacam-se:

Boneca de piche (conto folclórico - música)

Chucky, o boneco assassino (cinema)

Coppélia (ópera e balé)

Emília , Pinóquio e Soldadinho de Chumbo (literaura)

Casa de bonecas - peça teatral de Henrik Ibsen.

Pelo mundo afora as bonecas estão presentes nas mais diversas culturas.

Na Alemanha, mais precisamente na região de Erzgebirge (a leste, vizinho à República Tcheca), a produção artesanal do boneco quebra-nozes, largamente usado como enfeite natalino, constitui-se em importante manifestação cultural[1].

Em Olinda, no Carnaval, integrando os folguedos do frevo, as ruas se enchem com bonecos gigantes, movidos por um folião, alguns deles retratando figuras típicas ou famosas No Maracatu Nação, maracatu de baque virado, a calunga é uma boneca que compõe o cortejo.

No Rio de Janeiro, a Cooperativa Abayomi produz as bonecas abayomi, a partir de sobras de pano reaproveitadas, feitas apenas com nós, sem o uso de cola ou costura, de tamanho variando de 2 cm a 1,50 m, sempre negras, representando personagens de circo, da mitologia, orixás, figuras do cotidiano, contos de fada e manifestações folclóricas e culturais.

Também no Brasil, bonecos recheados são queimados, após uma grande surra, representando Judas Iscariotes, no folguedo conhecido por Malhação de Judas.

No Algarve existe a Maia, uma boneca grande, confeccionada de palha e trapos, com vestes brancas, em que a 1 de maio os moradores deixam no centro da casa, cantando e dançando à sua volta.

No sul da França, especialmente em Tarascon, existe a Tarasca (do francês tarasque), boneco com aparência de um ser monstruoso, exibido no Pentecostes.


Amigas, histórias à parte, agora é por mãos à obra e oferecer à minha parceira da troquinha uma linda peça de artesanato que se identifique com BONECA!

Um beijão , Iêda.

"O rico nem sempre é sábio, mas o sábio é sempre rico".

Tales de Mileto

sexta-feira, 25 de junho de 2010

TRILHO DE MESA EM VAGONITE


Vagonite é um bordado a mão de efeito belíssimo, de variadas aplicações e de fácil execução.
Pede paciência e tranquilidade para ser feito. Necessita um esquema a ser seguido. Revista ou mostruário.
Pode ser bordado em tecido vagonite ou em etamine. Há quem se aventure a fazê-lo em outro tecidos , como juta, cânhamo. Mas aí aparecem os pontos no avesso. E dificulta o trabalho.
Recebe também o nome de Ponto Yugoslavo em algumas publicações.
Seja com que nome venha, é sempre um prazer aos olhos.

A Rosa, minha querida amigaluna, se dedica ao aprendizado deste ponto com afinco.Acertando, errando, concertando, sem preguiça de desmanchar, os trabalhos da Rosa aparecem.E ela encontrou um estilo próprio. Não usa tons degradées e não copia cor de modelo nenhum.
Usa principalmente duas cores em carreiras alternadas, e só trabalha com linha dobrada. Gosta também de usar linha matizada cujo efeito final dá a impressão de que usou mais tons de linhas. Tudo que faz, registra em mostruários para futuras consultas. Já tem vários.


Este trilho de mesa, que aqui chamamos de passadeira, a Rosa me deu de presente. Mais um presente. Vou mostrando aos poucos todas as passadeiras que ela me deu.
Em linha Cléa vinho mesclada, usando dois fios, tem 2 metros. É linda! Ainda falta eu colocar acabamento.





A Rosa é um exemplo entre as minhas amigalunas pela aplicação ao bordado.
Quem não sabia bordar até entrar em nossas aulas hoje vende seus trabalhos.

Isto é uma grande felicidade para uma professora.
Amo muito estas alunas queridas!

Até a próxima postagem.
Fiquem com Deus,
Iêda


"Encare a vida tal qual é e não segundo quer, espera ou receia que venha a ser."
Renato Kehl

quinta-feira, 24 de junho de 2010

VIRA MANTAS BORDADAS COM AFETO


Olá, amigas!

Bordados do tempo da vovó, bordados livres...Delicados bordados que nunca saem de moda, principalmente em roupas de recém nascidos. Apesar do advento da máquina de bordar! Mas não é a mesma coisa !... Colocar seu carinho ponto a ponto é uma satisfação que não tem preço.
Por isso as futuras vovós fizeram a turma delas. E os trabalhos que tenho mostrado.

Mais trabalhos da Ana Maria: vira mantas.

Em cambraia de algodão ela usou suaves tons em ponto caseado, sombra, cheio e haste.

O galho esparramado suavemente pelo canto.

Nesta outra Ana usou ponto miosótis, cheio e atrás, em um trabalho suave porém mais colorido.

Vários tons suaves para encantar o bebê, e todos...

Aqui a delicadeza do risco é mostrada.

E uma observação: Ana Maria, como quase todas, chegou e disse: trouxe este tecido para fazer vira manta.
Eu perguntei: trouxe o risco também?
E ela respondeu: prá que? Risca o que você quizer.
E eu: Ana, eu não tenho aqui nenhum risco para este trabalho.
E ela: inventa!

E eu "inventei" os dois risco acima.
Vocês nem imaginam como esta situação se repete em minhas aulas...! Graças a Deus, eu dou conta. Mas reclamo muito com elas. É preciso ter à mão material de trabalho: risco, revistas...Faz parte da bordadeira. Elas respondem que ainda chegam lá.
Por enquanto eu estou por perto. É que elas sabem que podem contar comigo, claro!

Bem, por hoje é só. Estou indo para mais uma aula.
Beijos, Iêda

"É o coração que nos faz eloquentes".
Quintiliano